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- O que são dados abertos governamentais?
Nos últimos anos, os dados abertos governamentais emergiram como um recurso indispensável, impulsionando a transparência, a participação cívica e a inovação. Disponibilizados pelos governos de forma livre e gratuita, esses dados oferecem uma visão detalhada das engrenagens governamentais. Nesse sentido, os dados abertos são reconhecidos como uma ferramenta determinante para fortalecer os processos democráticos. Eles não apenas capacitam os cidadãos comuns a se envolverem mais ativamente, mas também estabelecem uma base sólida para uma comunicação eficaz entre os cidadãos e seus representantes. Quando os cidadãos têm acesso transparente a propostas políticas, os políticos podem representá-los de forma mais autêntica, ouvindo e agindo de acordo com as necessidades e opiniões de seus eleitores. Neste artigo, vamos explorar de forma detalhada o significado e o impacto dos dados abertos governamentais, destacando sua importância, benefícios, exemplos práticos e o papel fundamental que desempenham na sociedade e nos negócios. Dados abertos governamentais: informação pública Os dados abertos governamentais representam um conjunto de informações mantidas e divulgadas pelos órgãos públicos. Esses dados são caracterizados pela sua acessibilidade e interoperabilidade, permitindo que sejam facilmente acessados, utilizados e compartilhados por qualquer pessoa. Essa acessibilidade é um dos princípios fundamentais dos dados abertos governamentais, garantindo que não haja barreiras para o acesso à informação pública. Além da acessibilidade, os dados abertos governamentais também são regidos por outros princípios importantes. Um deles é a transparência. A Política de Dados Abertos no Brasil, embasada na Lei de Acesso à Informação (LAI), representa um marco na promoção da transparência e participação cívica nos órgãos e entidades federais. Seus objetivos principais incluem promover a transparência pública, estimular o controle social, fomentar a inovação e aprimorar os serviços públicos digitais. Para garantir a efetividade da política, é essencial que os órgãos federais cumpram suas obrigações de publicar dados abertos, conforme orientações do Comitê Gestor da Infraestrutura Nacional de Dados Abertos (CGINDA). A gestão e monitoramento da política são atribuições da Controladoria-Geral da União (CGU), por meio da Infraestrutura Nacional de Dados Abertos (INDA), que define padrões e tecnologias para a disseminação de dados. Essas informações podem ser visualizadas em uma variedade de plataformas e portais online. Muitos governos disponibilizam esses dados em seus próprios sites, organizados em catálogos ou bancos de dados específicos. Além disso, existem portais de dados abertos governamentais e plataformas de coleta e gestão, que agregam e organizam as informações em um único local, facilitando o acesso e a busca por palavras-chave específicas. Plataformas como o data.gov nos Estados Unidos, o dados.gov.br no Brasil e o dados.gob.es na Espanha são exemplos de portais governamentais que oferecem acesso a uma ampla gama de dados abertos em diferentes áreas, como saúde, educação, transporte, entre outros. Esses portais geralmente oferecem recursos de busca avançada, visualização de dados e ferramentas de análise para facilitar a exploração e o uso dos dados por parte dos cidadãos, pesquisadores e desenvolvedores. Utilização dos dados abertos governamentais A observação dos dados abertos governamentais é essencial para o bom funcionamento da sociedade e da economia, proporcionando uma compreensão mais abrangente das políticas públicas e práticas governamentais. Isso porque a avaliação e o acompanhamento dessas informações fortalece a democracia ao permitir que os cidadãos participem ativamente do processo de governança. No âmbito empresarial, os dados abertos governamentais representam uma fonte infindável de insights e oportunidades. Por exemplo, imagine uma empresa de tecnologia que desenvolve soluções para mobilidade urbana. Ao acessar os dados abertos sobre transporte público, tráfego e infraestrutura viária disponibilizados pelo governo local, essa empresa pode identificar padrões de deslocamento da população, pontos de congestionamento e áreas carentes de transporte público. Com base nessas informações, ela pode desenvolver aplicativos de navegação mais eficientes, sistemas de compartilhamento de carros ou até mesmo propor melhorias na infraestrutura de transporte. Além disso, os dados abertos podem ajudar as empresas a se defenderem de riscos potenciais. Por exemplo, uma empresa de agronegócio pode monitorar os dados abertos sobre condições climáticas, previsões de safra e políticas governamentais relacionadas ao setor agrícola. Essas informações podem ajudá-la a antecipar problemas como secas, pragas ou mudanças na legislação que possam afetar suas operações. Tomando conhecimento desses insights, a empresa pode tomar medidas proativas, como diversificar sua produção ou investir em tecnologias de irrigação mais eficientes, para mitigar esses riscos. Em suma, os dados abertos governamentais oferecem às empresas a oportunidade de inovar, identificar tendências de mercado e se adaptar a mudanças no ambiente regulatório. Ao aproveitar esses dados de forma criativa e inovadora, as empresas podem ganhar vantagem competitiva, melhorar sua tomada de decisões e contribuir para o desenvolvimento econômico e social. Desafios e limitações na utilização de dados abertos governamentais Apesar dos benefícios inegáveis dos dados abertos governamentais, enfrentamos uma série de desafios que podem dificultar sua disponibilização e uso efetivo. Entre esses desafios, destacam-se questões como a qualidade dos dados e acessibilidade, que representam verdadeiros obstáculos para uma utilização eficaz desses recursos. Um dos principais desafios enfrentados é a qualidade dos dados. É essencial que os dados disponibilizados pelos órgãos governamentais sejam precisos, atualizados e confiáveis para que possam ser utilizados com segurança em análises e tomada de decisões. Problemas como inconsistências nos registros, falta de padronização e ausência de metadados podem comprometer a utilidade e a credibilidade dos dados abertos. Outro desafio significativo é a acessibilidade aos dados. Nem todos os portais têm a capacidade ou o compromisso de disponibilizar dados de forma aberta e acessível ao público. Muitas vezes, as informações governamentais estão dispersas em diferentes sistemas e formatos, dificultando sua localização e uso por parte dos cidadãos e das empresas. Tecnologia como aliada na gestão de dados abertos governamentais Para superar esses desafios, é importante que os órgãos públicos adotem padrões e práticas de disponibilização de dados mais consistentes e transparentes. A padronização dos formatos de dados, a implementação de políticas claras de privacidade e segurança e o investimento em infraestrutura tecnológica adequada são passos essenciais para garantir a qualidade e a acessibilidade dos dados abertos governamentais. Nesse contexto, plataformas de monitoramento governamental podem transformar a experiência de profissionais que dependem dessas informações. Essas plataformas têm a capacidade de coletar, organizar e disponibilizar dados governamentais de forma prática e rápida, facilitando o acesso e a análise dessas informações por parte das empresas. Ao oferecer insights sobre políticas públicas, legislação e tomada de decisões governamentais, plataformas como a Inteligov criam oportunidades de mercado e fortalecem as estratégias de relações governamentais das organizações, contribuindo para o bom funcionamento das operações em diversos setores. Entre em contato com a nossa equipe e conheça os benefícios de contar com a Inteligov para montar estratégias baseadas em dados abertos governamentais.
- Crise da dengue no Brasil influencia aumento nas iniciativas legislativas
A situação da epidemia de dengue no Brasil atingiu um novo ápice em 2024, com números alarmantes que evidenciam uma crise de saúde pública sem precedentes. Segundo dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, até o dia 25 de abril deste ano, o país já contabilizava 3.921.271 casos prováveis da doença, resultando em 1.888 mortes confirmadas e 2.218 óbitos em investigação. Comparativamente, o ano de 2015, até então considerado o mais crítico da última década, registrou 1.696.340 casos e 986 óbitos. Em contraste, o ano de 2023, marcado pela maior letalidade, contou com 1.094 mortes. Este ano, além do aumento expressivo nos casos e mortes, um dado chama particularmente a atenção: o aumento de 1400% no número de projetos de lei ordinária e requerimentos no Congresso Nacional, todos destinados ao combate à epidemia de dengue no Brasil. Esse dado, levantado pela plataforma de monitoramento de dados governamentais, Inteligov, representa um aumento de 15 vezes em relação ao ano anterior, evidenciando a urgência e a dimensão da crise enfrentada. A disseminação da dengue também revela um novo padrão preocupante: a doença está se espalhando mais rapidamente e alcançando regiões antes não afetadas. Em 2024, os picos da epidemia começaram já em fevereiro, antecipando o período usual de abril. Além disso, houve uma tendência de interiorização da doença, afetando não apenas as regiões metropolitanas, mas também cidades menores com menor acesso a serviços de saúde, o que agrava a situação. Profissionais da área afirmam que a dificuldade em acessar serviços de saúde pode explicar em parte o alto número de mortes registradas. No entanto, a crise atual revela falhas sistemáticas no enfrentamento à doença ao longo das décadas. A dengue, apesar de considerada "natural" em algumas regiões, é, na verdade, resultado de erros recorrentes nas políticas de prevenção e controle. Apesar do cenário sombrio, há pontos de esperança. O Brasil tornou-se o primeiro país a disponibilizar uma vacina contra a dengue no sistema público de saúde, e está próximo de tornar-se produtor desse imunizante. No entanto, medidas mais eficazes de prevenção e controle são urgentemente necessárias para conter o avanço da epidemia. Além dos impactos diretos na saúde pública, a epidemia de dengue também tem repercussões econômicas significativas. Estima-se que a atual emergência sanitária possa causar uma queda de até R$7 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) do país, com custos relacionados ao tratamento que podem chegar a R$5,2 bilhões. Diante desse cenário, é essencial uma ação coordenada entre governo, sociedade civil e instituições de saúde para enfrentar essa crise de saúde pública que afeta milhões de brasileiros. Além de evidenciar a urgência e a dimensão da crise ocasionada pela dengue, o dado revelado pela Inteligov ressalta a importância de ferramentas como essa para profissionais que precisam mapear as políticas públicas relacionadas à saúde no Brasil. Com a capacidade de monitorar, não apenas o aumento expressivo no número de projetos de lei destinados ao combate da dengue, mas também outras mudanças nos âmbitos legislativo e regulatório que impactam áreas críticas como setor farmacêutico, de saneamento e normas e fiscalização de agências reguladoras, a Inteligov oferece uma diversificada fonte de informação e insights para tomadores de decisão. Ao acompanhar de perto as políticas em desenvolvimento, as organizações podem estar melhor preparadas para antecipar mudanças, adaptar estratégias e contribuir de forma mais eficiente para o enfrentamento de desafios sociais, políticos e regulatórios. Entre em contato e conheça os benefícios do monitoramento de dados governamentais para a sua operação!
- Golpe Militar: os Atos Institucionais e o processo legislativo contemporâneo
O golpe militar de 1964 no Brasil é um marco histórico que ainda ressoa na consciência política do país. Ocorrido em 31 de março de 1964, foi liderado por setores das Forças Armadas, que depuseram o presidente democraticamente eleito João Goulart, mais conhecido como Jango. Entre os principais envolvidos no golpe militar é possível destacar os generais Artur da Costa e Silva, Humberto de Alencar Castelo Branco e Eduardo Gomes. A motivação por trás do golpe estava enraizada em uma combinação de fatores políticos, econômicos e sociais. Setores conservadores, incluindo elites empresariais e parte da classe média, estavam insatisfeitos com as políticas de Jango, que incluíam propostas de reformas sociais, nacionalização de empresas e reforma agrária. Além disso, havia um clima de intensa polarização política, com a disseminação de propaganda anticomunista que retratava o governo de Jango como uma ameaça à ordem social e econômica do país. Dessa forma, a insatisfação popular desempenhou um papel significativo no golpe. Manifestações e protestos contra o governo de Jango foram organizados, alimentando o clima de instabilidade política e social que culminou na intervenção das Forças Armadas. Atos Institucionais: instrumentos de poder autoritário Para compreender como os direitos da sociedade foram cerceados durante o regime militar, é essencial traçar um paralelo entre os Atos Institucionais (AIs) daquela época e o processo legislativo atual, especialmente à luz dos esforços contínuos pela transparência e pela consolidação de práticas mais democráticas. Os Atos Institucionais foram decretos emitidos pelo regime militar para legitimar e consolidar seu poder sobre o país. Ao todo, 17 AIs foram decretados durante o regime militar no Brasil, sendo o AI-1 promulgado em 9 de abril de 1964 e o AI-17 em 14 de outubro de 1969. Entre os principais estão o AI-1, que suspendeu garantias constitucionais, e o AI-5 - decretado em 13 de dezembro de 1968 - que conferiu amplos poderes ao governo militar, permitindo a perseguição de dissidentes políticos e a imposição de censura e repressão. O AI-5 é particularmente conhecido por sua extrema rigidez e pela ampliação dos poderes do regime, resultando em um período de repressão política e censura intensificada. Os Atos Institucionais, emitidos durante o regime militar, representaram uma ruptura com a ordem democrática, sendo utilizados como instrumentos de imposição à sociedade brasileira. Por outro lado, o processo legislativo atual, embora não isento de críticas e desafios, é fundamentado em princípios democráticos que visam garantir a participação popular, o controle de poderes e o respeito aos direitos individuais. Diferenças entre os Atos Institucionais e o processo legislativo atual Os Atos Institucionais diferem do processo legislativo atual em diversos aspectos. Enquanto os AIs foram decretos impostos unilateralmente pelo regime militar, o processo legislativo contemporâneo é conduzido por representantes eleitos democraticamente, que elaboram, debatem e aprovam leis em nome do povo. Além disso, os Atos Institucionais frequentemente violavam direitos individuais e garantias constitucionais, ao passo que o processo legislativo atual é baseado na proteção desses direitos e na transparência das instituições democráticas. A seguir, algumas das principais diferenças entre os Atos Institucionais e o processo legislativo atual: Origem e legitimidade Durante o regime militar, os Atos Institucionais eram decretados pelo governo militar, sem a participação do Congresso Nacional ou qualquer instância democrática. Esses decretos eram utilizados como instrumentos para consolidar o poder dos militares e impor medidas autoritárias ao país. Já o processo legislativo atual é conduzido pelo Congresso Nacional, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. As leis são elaboradas, debatidas e aprovadas por representantes eleitos democraticamente pelo povo, seguindo os princípios da separação dos poderes e do Estado de Direito. Participação popular Durante o período dos Atos Institucionais, a participação popular era praticamente inexistente. Os decretos eram impostos de cima para baixo, sem qualquer consulta ou participação da sociedade civil ou dos cidadãos. Eles representavam uma imposição autoritária do regime militar sobre a população. Enquanto isso, no processo legislativo contemporâneo, há espaço para a participação popular através de mecanismos como consultas públicas, audiências públicas, petições e pressão política exercida pelos cidadãos sobre seus representantes. Isso garante uma maior legitimidade e representatividade das leis aprovadas. Controle e equilíbrio de Poderes Durante o regime militar, os Atos Institucionais eram utilizados para concentrar poder nas mãos dos militares, minando os princípios de separação dos poderes. O sistema legislativo democrático contemporâneo, por outro lado, é baseado na separação dos poderes entre o Legislativo, Executivo e Judiciário, com mecanismos de controle e equilíbrio para evitar abusos de poder. As leis são debatidas e aprovadas pelo Congresso, enquanto o Executivo sanciona e executa as leis, e o Judiciário as interpreta e garante sua aplicação conforme a Constituição. Direitos e garantias individuais No período dos Atos Institucionais, os direitos e garantias individuais eram frequentemente violados. Os decretos eram utilizados para restringir direitos civis e políticos, como a suspensão de habeas corpus, a censura à imprensa e a proibição de atividades políticas. No sistema democrático atual, os direitos e garantias individuais são protegidos pela Constituição Federal e pelas leis elaboradas pelo Congresso Nacional. Qualquer restrição a esses direitos deve passar por um processo legislativo rigoroso e respeitar os princípios constitucionais e os direitos humanos. Fomentando processos democráticos Diversos atores sociais, incluindo organizações da sociedade civil, empresas e cidadãos engajados, desempenham um papel fundamental no fomento de processos democráticos. A promoção da transparência, da participação pública e do debate político saudável contribui para fortalecer as instituições democráticas e garantir a accountability do poder público. Para empresas e governos alinhados com medidas democráticas, é essencial adotar boas práticas que promovam a transparência, a participação cidadã e o respeito aos direitos humanos. Isso inclui o fornecimento de informações acessíveis ao público, o estabelecimento de canais de comunicação eficazes com a sociedade civil e o compromisso com a prestação de contas e a responsabilidade em suas ações. Em um momento eleitoral como o atual, a discussão em torno da democracia assume uma relevância ainda maior. Não se trata apenas da celebração do exercício da soberania popular, mas sim de um período de questionamentos institucionais e incertezas quanto aos processos democráticos. Para os profissionais de relações governamentais, engajar-se nesse debate é essencial, uma vez que a democracia é uma parte crucial de seu trabalho. É essa atividade que assegura uma interação ética e tecnicamente articulada entre o setor público e privado, ampliando a qualidade das políticas públicas. Nesse contexto, a Inteligov desempenha um papel fundamental ao oferecer soluções inovadoras que promovem a transparência e possibilitam a participação da sociedade nos processos de tomada de decisão. Ao contribuir para o acesso a debates e decisões, e a participação ativa dos cidadãos na vida política, a Inteligov reafirma seu compromisso em promover processos mais transparentes e inclusivos. A empresa continuará desenvolvendo tecnologias que facilitem o acesso do público às informações governamentais, capacitando os cidadãos a exercer sua cidadania plenamente. Conheça a Inteligov!
- Interação com agentes públicos
Desenvolver ideias e colocar em prática o conhecimento para que outros profissionais tenham a oportunidade de aprender. A Comunidade Inteligov tem cumprido com a função de reunir jovens talentos da área de Relações Institucionais e Governamentais (RIG), de forma que cada um seja protagonista na busca por metodologias inovadoras e na geração de resultados cada vez mais positivos no mercado de RelGov. Na semana passada, Marcella Pellegrini, Consultora de Relações Governamentais da BMJ Consultoria e Influenciadora da Comunidade Inteligov, apresentou importantes insights sobre como conduzir a interação com os agentes públicos, questão que é um dos maiores desafios para quem atua em RIG e precisa estar sempre conectado aos stakeholders. São dois os principais pontos que levaram Marcella a trazer a palestra para os membros da Comunidade: após a pandemia, praticamente todos os setores passaram a sofrer com a impossibilidade de se reunirem com clientes e investidores, fato que contribuiu para o distanciamento nas relações de trabalho e levantou debates de como é possível reconectar essas pessoas; e para quem inicia a carreira também é importante saber como funcionam as interações em cada instância, então as dicas são mais do que fundamentais para preparar a nova geração de profissionais de RIG. Identificadas as preocupações, manter um plano de fortalecimento nas interações com os agentes públicos pode facilitar, e muito, o dia a dia de quem está sempre em reuniões e precisa otimizar ao máximo as tarefas que demandam a participação de stakeholders, já que eles são as peças necessárias para o sucesso dos consultores de RelGov. Além disso, o momento pós-pandemia fez com que as interações, de forma geral, passassem a ser muito mais dinâmicas, então mesmo que uma reunião aconteça presencialmente, a digitalização já alterou a forma como fazemos um primeiro contato até a forma como apresentamos o material com as nossas propostas. Quem são os stakeholders? Conhecer o seu contato é uma das principais lições de casa. Marcella defende que o primeiro passo para uma interação bem sucedida é entender como se comunicar com o seu público, antes mesmo de agendar uma reunião. Para isso, você precisa saber se vai entrar em contato com membros do Poder Legislativo (deputados e senadores), membros do Poder Executivo (ministros e secretários) ou membros do Poder Judiciário. É necessário um e-mail de pré-solicitação? Devo adiantar o assunto por e-mail? Devo informar quem estará presente na reunião? Todas essas perguntas devem ser respondidas antes de você realizar o primeiro contato. Afinal, cada uma das instâncias requer formalidades diferentes, portanto você deve estar muito atento em como se preparar para essa interação prévia. A primeira impressão conta muito, principalmente com os responsáveis pela agenda do parlamentar, que podem te ajudar, ou não, a fazer acontecer a reunião. O cuidado com os atrasos é outro ponto que exige extrema atenção! A consultora aponta que é imprescindível evitar o agendamento de reuniões muito próximas umas das outras. Muitas vezes os parlamentares já possuem outros compromissos e podem te fazer esperar, atrapalhando todo o seu planejamento. Marcella também diz que o cuidado em arquitetar os lugares onde serão realizadas as reuniões é essencial, já que você pode perder tempo na locomoção de uma reunião para outra: “Já passei por um episódio onde andei mais de 12 quilômetros em apenas um dia dentro da Câmara dos Deputados”, afirma. Mantenha os registros em ordem Depois que você já conseguiu fazer o primeiro contato, ou até mesmo a sua primeira reunião, não esqueça de registrar como foram esses processos. O follow up, ou mais conhecido como FUP, é um dos processos mais importantes na interação com os agentes públicos. Imagine a seguinte situação: Você ligou para agendar uma reunião e a pessoa que te atendeu informou que o parlamentar está de licença. A próxima vez que você ligar, vai precisar saber quem te passou essa informação e até quando vai a licença, principalmente se você não é a única pessoa da equipe a realizar esses contatos. Ou seja, na prática, não é recomendado ligar diversas vezes para perguntar a mesma coisa, então registre os seus FUPs! Além de não se atrapalhar com as informações, e nem atrasar o trabalho da equipe, manter os registros em ordem te dá a possibilidade de ter um bom relacionamento com a pessoa organizadora da agenda do parlamentar. Isso porque você poderá recorrer às conversas que vocês já tiveram, e assim estabelecer um vínculo, facilitando a aproximação. E, se você vai manter os registros das conversas com os assessores, mais importante ainda é manter o registro das reuniões com o seu stakeholder. Não deixe passar nenhum detalhe! Comentários e conversas paralelas também podem ser importantes no futuro. Outra dica valiosa de Marcella é a de manter um perfil detalhado do parlamentar: “Saiba o que ele já fez, quais projetos apoiou e se possível recolha até informações pessoais.Tudo isso pode te ajudar a criar um clima menos tenso, além de ser uma forma de reconhecimento ao profissional com o qual você está lidando”, aponta. Situações inusitadas e de alerta! Uma das soft skills mais requisitadas para os profissionais de RIG, certamente é o tal do “jogo de cintura”! Se esquivar de assuntos polêmicos é um dos talentos de quem atua na área. Manter o ambiente neutro e polido é essencial para que a reunião ocorra da melhor maneira possível, embora muitas vezes seja necessário ignorar alguns comentários ou fazer “cara de paisagem” para contornar situações desagradáveis, destaca Marcella. A dica da profissional de RIG para esses momentos é nunca estar sem o apoio de outro colaborador de sua equipe. “Poder contar com a presença de mais pessoas de sua empresa ajuda a manter a reunião mais formal e focada nos assuntos que precisam ser tratados”, segundo a consultora. “E, se por acaso bater uma insegurança em ser mais assertivo sobre algum assunto, lembre-se que os parlamentares foram designados para os cargos em que estão para prestar um serviço à sociedade, não há necessidade de manter o político em um pedestal”, pontua Marcella. Infelizmente, como acontece em diversas áreas, mulheres ou pessoas que estão no início da carreira de RIG podem passar por situações de assédio e de desrespeito por parte dos agentes públicos. Nestes casos, Marcella indica cortar a interação no momento em que o profissional se sentir desrespeitado ou ameaçado: “Tem vezes que fazer a cara de paisagem não adianta, então é necessário fingir que o telefone tocou e se colocar para fora do ambiente, a fim de evitar maiores aborrecimentos”, destaca a influenciadora. E, mesmo que o episódio de assédio não tenha se prolongado, é indispensável que o colaborador comunique ao seu gestor sobre o ocorrido. O correto é que a empresa ou consultoria não permita que aconteça um novo encontro com o colaborador e o agente responsável pela agressão. Apenas com mais denúncias e uma mudança na postura será possível transformar ambientes tidos como opressivos e machistas em lugares de trabalho mais acolhedores e saudáveis. Estes foram alguns dos destaques da palestra da Marcella Pellegrini em parceria com a Comunidade Inteligov. Se você atua na área e deseja aprender e contribuir com esse grupo de profissionais engajados em inovar o ambiente das Relações Institucionais e Governamentais, faça a sua inscrição e junte-se à essa iniciativa!
- Série: Agências Reguladoras – ANTAQ
Criada em 2001, por meio da Lei 10.233, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) faz parte do marco regulatório brasileiro, instituído ao longo das décadas de 1990 e 2000 com a criação de demais agências reguladoras, que surgiram a partir do Programa Nacional de Desestatização – cujo objetivo era reordenar a atuação do Estado, transferindo atividades antes exercidas pelo setor público para o setor privado. Com isso, o modelo exclusivamente estatal foi revisto e a privatização ascendeu, reduzindo a participação do Estado, o qual passou a atuar sobre a fiscalização no papel de agente regulador. Dessa forma, a ANTAQ foi desenvolvida como uma entidade integrada à Administração Federal indireta, de regime autárquico especial, com personalidade jurídica de direito público, independência administrativa e autonomia financeira e funcional. Vinculada ao Ministério da Infraestrutura, a agência tem por finalidade implementar as políticas desenhadas pelo Ministério, seguindo os princípios e diretrizes estabelecidos na legislação, e é responsável pela regulação, supervisão e fiscalização das atividades de prestação de serviços de transporte aquaviário, bem como da exploração da infraestrutura portuária e aquaviária. A atuação da ANTAQ é constituída pelas esferas: navegação fluvial, lacustre e de travessia; navegação de apoio marítimo, de apoio portuário, de cabotagem e de longo curso; portos organizados e as instalações portuárias neles localizadas; terminais de uso privado; estações de transbordo de carga; instalações portuárias públicas de pequeno porte; e instalações portuárias de turismo. Ou seja, com a missão de “assegurar à sociedade a adequada prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infraestrutura portuária e hidroviária, garantindo condições de competitividade e harmonizando os interesses público e privado”, a ANTAQ se dedica à promoção da segurança e regularidade de toda a movimentação de pessoas e bens por vias aquaviárias no Brasil, atentando-se ao cumprimento de padrões de qualidade e eficiência e ao respeito às normas. Nesse sentido, cabe à agência arbitrar conflitos de interesse, atuar sobre a ocorrência de infrações e regular o setor como um todo, de modo que possa fomentar a concorrência a fim de estimular o desenvolvimento econômico do país. O setor portuário brasileiro De fundamental importância para o crescimento da economia, o setor portuário brasileiro é o principal meio para importações e exportações no país e movimenta, em média, R$ 290 bilhões anualmente – o equivalente a 14,2% do PIB. Em 2019, a movimentação de cargas foi de 1,104 bilhão de toneladas, com 64,6 mil atracações realizadas no ano, um aumento de 1,8% em relação a 2018. Considerando o período dos últimos dez anos, a movimentação total teve crescimento de 31,5%, e entre os principais produtos exportados em 2019 estão o minério de ferro (367,8 milhões de toneladas), petróleo e derivados (224,7 milhões de toneladas), soja (92,4 milhões de toneladas) e milho (55,7 milhões de toneladas), segundo dados do Anuário Estatístico, produzido pela ANTAQ. Já nos primeiros cinco meses de 2020, o setor portuário movimentou 436 milhões de toneladas – crescimento de 3,98% em comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a maio de 2020, a movimentação de cargas nos portos privados apresentou alta de 2,74% em relação ao mesmo período do último ano. No caso dos portos organizados, ou públicos, o aumento foi de 6,34%. Os principais destinos, em relação às exportações são China, Estados Unidos, Malásia e Holanda. Na importação, considerando o volume total de tonelagem, os parceiros comerciais são Estados Unidos, China, Argentina e Rússia, sendo os Estados Unidos a principal origem de importações – correspondendo a 26% do peso bruto total desembarcado no modelo de longo curso em 2019. A legislação no setor portuário e o monitoramento regulatório O sistema portuário brasileiro é composto por instalações públicas e privadas. Ao todo são 175 estruturas aquaviárias, incluindo portos e terminais marítimos. Os principais portos brasileiros são o Porto de Santos (SP), Porto de Paranaguá (PR), Porto Itapoá (SC), Portonave (SC) e Porto de Rio Grande (RS), sendo o Porto de Santos considerado o maior do país em termos de movimentação por tonelagem e o maior em movimentação de contêineres. Em ranking elaborado pela Associação Americana de Autoridades, em 2016, foi classificado em 39º lugar como o maior porto do mundo por movimentação de contêineres e o mais movimentado da América Latina. Diante da grandiosidade do setor econômico possui legislação própria. Em 2013, foi sancionada a Lei 12.815, conhecida como Lei dos Portos, que dispõe sobre a exploração direta e indireta pela União de portos e instalações portuárias e sobre as atividades desempenhadas por todos os atores portuários, e é regulamentada pelo Decreto 8.033, publicado no mesmo ano. Mais recentemente, em agosto de 2020, foi publicada a Lei 14.047, que altera a Lei dos Portos para a flexibilização da gestão de contratos de arrendamento e traz novas normas quanto aos processos de licitação, concessões e regras trabalhistas. No caso da licitação, avaliada como uma das principais mudanças trazidas pela lei, não há mais necessidade de processo licitatório quando apenas um interessado em arrendamento portuário estiver inscrito. Dessa forma, a contratação ocorrerá por meio de chamamento público. Além disso, a nova lei, considerada uma minirreforma do setor portuário, conferiu à ANTAQ a competência para regular outras formas de exploração de áreas e instalações portuárias não previstas na legislação. As alterações trazidas pela lei refletem e evidenciam, ainda, a necessidade das empresas do setor se atentarem ao monitoramento legislativo e regulatório – uma vez que qualquer mudança provocada pode influenciar e impactar diretamente os negócios. Nesse sentido, com a publicação do Decreto 10.411, em 2020, que regulamenta a Análise de Impacto Regulatório (AIR), prevista pela Lei da Liberdade Econômica e pela Lei 13.848/2019, a qual instituiu o marco legal das agências reguladoras, é essencial que as companhias possuam ferramentas para realizar o monitoramento, visto que a AIR tem como uma de suas principais funções a orientação da tomada de decisão. Sendo assim, é possível entender a importância do monitoramento regulatório tanto para manter a competitividade entre as empresas, estimulando, ainda, o cumprimento à legislação e as normas previstas para o setor em que atuam, quanto para a sociedade, já que a regulação também tem por finalidade contribuir para o aumento da transparência nos processos, bem como fomentar a participação social.
- Advocacy e monitoramento legislativo: entenda essa relação
Consolidado como um dos principais instrumentos da cidadania e, consequentemente, uma importante ferramenta para o fortalecimento da democracia no Brasil, o Advocacy possui papel fundamental para o desenvolvimento social do país. Isso porque sua prática permite que entidades da sociedade civil possam atuar com a defesa de pautas comuns à sociedade, frente ao poder público, para exercer seu poder de influência sobre a tomada de decisão, a fim de conquistar resultados positivos às demandas dos cidadãos. Dessa forma, os impactos do Advocacy podem ser percebidos na representação de seu exercício de forma mais ampla, a partir da promoção de direitos fundamentais assegurados à sociedade, como, também, no contexto da luta contra desigualdades e injustiças, ressaltando, assim, seu papel social ao dar voz a populações, muitas vezes marginalizadas, que sem a pressão pública seriam ignoradas. A relevância da prática tem sido cada vez mais evidente. No contexto da pandemia ocasionada pela Covid-19, por exemplo, o Advocacy se mostrou essencial por, diante de uma crise sem precedentes, ser capaz de auxiliar grupos que, até então, não tinham acesso aos decisores ou visibilidade para provocar mudanças sociais significativas. Prova disso foi o resultado obtido por determinados grupos que se mobilizaram e pressionaram o poder público para conceder melhores condições à população de baixa renda diante dos efeitos econômicos provocados pela pandemia. O que é Advocacy? Para entender os impactos que a prática do Advocacy pode causar, bem como a sua importância para a sociedade, é preciso, antes, entender o seu papel no cenário político-social. O Advocacy pode ser compreendido como a defesa de uma causa – originada através de um processo de reivindicação de direitos para solucionar uma questão relevante à população –, que ocorre por meio de pressão exercida sobre o poder público com o objetivo de influir na formulação ou implementação de políticas públicas que atendam as demandas da sociedade. Ou seja, o Advocacy é, basicamente, uma ferramenta para a realização de transformações sociais e opera com a identificação de problemas, a busca por soluções e o contato com representantes do setor público para chegar aos resultados propostos. A prática é exercida, em geral, por organizações da sociedade civil, as quais podem contar com o apoio de cidadãos, grupos de interesse, organizações, entre outros. Com relação à atuação, a maneira como os grupos trabalham pode variar de acordo com o contexto político no qual os atores estão inseridos e com as causas que defendem. Na prática, é possível entender a atuação do Advocacy pela mobilização do cidadão, de maneira que para chegar ao resultado esperado, os atores envolvidos precisam desenvolver planos estratégicos que nortearão toda a sua atuação. Para isso, os grupos precisam ter entendimento das demandas sociais relativas às causas defendidas, coletar informações e realizar pesquisas e entrevistas para garantir uma defesa mais robusta. A partir disso, o exercício pode se dar por meio da pressão junto aos tomadores de decisão, pela participação institucional, no caso de conselhos, campanhas cívicas, fóruns etc., pela realização de manifestações e pela elaboração de modificações na legislação. Diferenças entre lobby e Advocacy É bastante comum que o lobby e Advocacy sejam confundidos. Isso ocorre devido a similaridade que as práticas possuem. Contudo, apesar das semelhanças, trata-se de conceitos fundamentalmente diferentes. A distinção entre as duas práticas pode ser percebida, inicialmente, na forma de atuação. Enquanto o Advocacy busca a defesa de uma causa, o lobby, atividade legítima, atua para influenciar diretamente o agente público. Além disso, é possível entender a diferença entre os dois conceitos a partir da ideia de quem está exercendo. O Advocacy é um instrumento usado, principalmente, por organizações da sociedade civil que representam os interesses de uma causa específica e, a partir de então, mobilizam diversos atores para a criação de campanhas que têm como objetivo influenciar as políticas públicas voltadas à causa que representam. Com isso, o exercício do Advocacy visa não apenas o engajamento do tomador de decisão, mas também de grupos distintos unidos por uma causa comum. Mais do que isso, a prática busca trazer conscientização para toda a população a respeito da causa defendida. Essa medida revela o papel social atribuído ao Advocacy. Já a atividade de lobby tradicional ou digital, embora também ofereça benefícios à sociedade a partir da defesa de interesses de um determinado grupo, exerce pressão diretamente sobre o tomador de decisão. Um dos mais conhecidos exemplos do exercício de Advocacy foi a elaboração e aprovação da Lei Maria da Penha. A atuação em conjunto de diversas ONGs e outros atores da sociedade, a partir de um forte trabalho de mobilização, resultou na criação de uma legislação para proteger e garantir a segurança de mulheres e vítimas de violência doméstica. Outro exemplo de pressão bem-sucedida por organizações da sociedade civil foi a atuação do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia (Gapa-Bahia), entidade que trabalha com populações em situação de vulnerabilidade social, como a comunidade LGBTQIA+, mulheres, negros e pessoas vivendo com HIV. Em 2010, por meio do Advocacy, a organização conseguiu em uma audiência pública para a criação de uma Comissão Intersetorial de HIV. Com isso, foi possível ver avanços na área, como a nomeação de mais profissionais da saúde para o atendimento de pessoas com HIV. É justamente pela defesa de uma pauta comum responsável por promover transformações sociais que a prática do Advocacy se faz tão necessário, especialmente no contexto de uma cultura política mais participativa. Advocacy e o monitoramento legislativo É importante ressaltar que para o profissional de Relações Institucionais e Governamentais (RIG), o Advocacy, assim como o lobby, é uma ferramenta fundamental para assegurar uma atuação mais efetiva. Isso significa que durante a elaboração de planos, seja para a esfera pública ou privada, o profissional de RIG pode fazer uso de estratégicas de Advocacy para fortalecer o seu trabalho – principalmente ao considerar o poder da mobilização de causas junto à sociedade. Contudo, para garantir o sucesso de sua atuação é o monitoramento legislativo realizado de maneira eficiente que possibilitará bons resultados. Isso porque acompanhar as atividades governamentais é indispensável para o exercício do trabalho – seja por meio do lobby ou do Advocacy. Assim como para as empresas, organizações da sociedade civil precisam estar atentas às medidas adotadas pelas Casas Legislativas, uma vez que as alterações orientam e podem determinar a eficácia de sua atuação. Sanções de leis, edição de normativos, publicação de Medidas Provisórias (MPs), entre outros aspectos, podem revelar riscos ou oportunidades à prática do Advocacy. Por isso, o monitoramento legislativo se faz absolutamente necessário. No entanto, o acompanhamento deve ser realizado de maneira otimizada para garantir celeridade à atuação, assim como melhores chances de obter os resultados desejados. E é por essa razão que investir no monitoramento inteligente é essencial para as organizações. Soluções inteligentes conferem inúmeros benefícios para a atuação, como a otimização de tempo frente ao monitoramento manual, considerando que o trabalho de acompanhar as atividades legislativas pode levar dias se realizado manualmente, enquanto ferramentas podem trazer resultados ainda mais precisos em poucas horas. Além disso, ao optar pelo monitoramento inteligente, a taxa de erros tende a ser menor. Ou seja, fazer uso de inteligência artificial (IA) pode fazer com que as organizações tenham soluções de alta performance, levando em conta que o monitoramento automatizado permite analisar uma quantidade exponencialmente maior de dados em relação às análises manuais, como aquelas feitas no Excel, por exemplo. Outras vantagens do monitoramento inteligente são: – Análise de dados estruturados – Definição de prioridades e uso de filtros – Geração de relatórios – Gestão de dados e organização da matriz de monitoramento – Velocidade para obter informações com alta eficiência – Acompanhamento personalizado de acordo com os principais interesses A Inteligov, pioneira no uso de monitoramento inteligente, conta com uma plataforma de fácil utilização para o acompanhamento legislativo de maneira altamente eficiente. Para se ter ideia, por meio de robôs e IA é possível cadastrar, em média, 776,5 palavras-chave para acompanhar e reduzir o tempo de busca em 13 horas por dia — considerando que o tempo médio para obter os resultados de uma palavra-chave cadastrada é de até 30 segundos. Conheça a ferramenta e saiba mais sobre a Inteligov.
- Saiba como a Inteligov melhora a sua produtividade
O profissional de relações governamentais precisa lidar com muitas informações que podem ser alteradas a todo momento. Logo, um dos grandes desafios de seu trabalho é se manter atualizado ao mesmo tempo que consegue dar continuidade a todos os projetos. Nesse sentido, é importante ter uma rotina e um sistema que organize todas as atividades, bem como o recebimento das informações. Dessa maneira, é possível eliminar erros e trabalho manual, que fazem com que muito tempo seja perdido. Por isso, vamos falar, neste post, sobre como a Inteligov melhora a produtividade. Boa leitura! O que é a Inteligov? A Inteligov é uma ferramenta de inteligência que assegura o fornecimento de dados de qualidade sobre o poder público, a fim de proporcionar para o profissional de relações governamentais mais informações nas tomadas de decisões estratégicas. Para isso, é possível realizar o monitoramento legislativo e de relações institucionais e governamentais tomando por base a matriz de interesses do cliente. Como a Inteligov pode melhorar a sua produtividade? Quando você trabalha com algo tão específico e dinâmico, como é o caso do profissional de relações governamentais, é importante que as ferramentas utilizadas tenham sido desenvolvidas por quem entende a rotina de trabalho e podemos dizer que esse é um dos grandes diferenciais da Inteligov. A plataforma foi criada e aprimorada por quem atuou no dia a dia da profissão, conhece as necessidades do mercado e que tipo de funcionalidade é útil para eliminar horas de trabalho manual e repetitivo. Para vocês entenderem melhor como a Inteligov melhora a produtividade, falamos nos tópicos abaixo sobre o que ela oferece. Monitoramento legislativo O profissional de relações governamentais precisa monitorar o legislativo para acompanhar os projetos de seu interesse, verificar andamentos, mudanças e votações importantes. Quem realiza tal atividade manualmente pode usar de 15 a 20 horas por semana, uma vez que é necessário checar diariamente sites da Câmara, do Senado, Assembleias Legislativas, diários oficiais, entre outros e ainda filtrar quais são as informações úteis e importantes para cada tema de interesse. Com a Inteligov esse tempo é diminuído para cerca de 30 a 60 minutos, uma vez que a própria plataforma realiza o monitoramento de maneira automática e avisa o profissional das alterações em cada projeto. Além de otimizar o tempo do profissional, a ferramenta ainda permite que ele esteja o tempo todo atualizado, já que a cada alteração um aviso é enviado. Organização da agenda Com base no monitoramento legislativo diário, a Inteligov organiza a agenda estratégica de cada profissional. Se o projeto que você tem interesse entrou na pauta de uma comissão, por exemplo, aparecerá automaticamente a informação na sua agenda para que possa se programar e traçar um plano de ação, se for o caso. Ou seja, em vez de usar um dia inteiro para organizar as atividades semanais e correr o risco de precisar alterar todo o planejamento porque ocorreu alguma mudança na terça-feira, por exemplo, você pode contar com a ferramenta que é atualizada de hora em hora e que permite que você dedique o seu tempo para outras atividades que não sejam meramente administrativas. Trabalho em equipe A plataforma oferece um espaço colaborativo em que a equipe pode trocar mensagens, informações, arquivos e tarefas que o profissional pode utilizar para destacar o que for importante. Dessa maneira, em vez de precisar lidar com conversas espalhadas em diversas ferramentas, o que pode gerar certa desorganização, o profissional deixa tudo concentrado na plataforma, otimiza o tempo e gerencia melhor suas atividades. Integração A Inteligov acredita que a integração é fundamental para melhorar a produtividade. Portanto, a plataforma centraliza todas as informações em um único lugar para que você não tenha o trabalho de ficar “pinçando”. Você também pode escolher onde receber as notificações, que podem vir por e-mail ou pelo Telegram, por exemplo (dica: cadastre-se no nosso bot gratuito!). Relatórios Outra ótima ferramenta para melhorar a produtividade é a possibilidade de gerar relatórios customizáveis no formato que preferir, como .xls, pdf ou .doc. Logo, sempre que for necessário fazer algum tipo de levantamento, você pode analisar até 1.000 projetos com um único clique, bastando filtrar as informações que necessita e pedir o relatório. Navegação intuitiva Para você melhorar a sua produtividade, é necessário ter uma ferramenta com uma navegação simples, prática e intuitiva. Uma plataforma burocrática e cheia de cliques acaba desmotivando o profissional a fazer uso dela e o seu intuito é perdido. Por conhecer essa necessidade é que a Inteligov desenvolveu algo para melhorar a rotina dos seus usuários e não complicá-la ainda mais. Logo, é possível encontrar informações básicas, como quantos projetos você está monitorando ou quais são os temas mais importantes para você logo na sua página inicial. A nossa plataforma conta com filtros muito bons e editáveis que mostram exatamente o que você está procurando de maneira descomplicada. Você também pode seguir e favoritar projetos baseados nos temas, basta selecionar quais são as palavras-chave de assuntos que está buscando e indicamos projetos que estão tramitando e que, às vezes, você não tinha conhecimento. Além disso, a plataforma foi criada para aprender com você. Desse modo, ela vai percebendo quais são os temas que você mais acompanha e faz sugestões de proposições que podem interessar, garantindo que você nunca perca nenhuma informação importante. Responsividade Sabemos que, muitas vezes, o trabalho não se encerra quando você sai do escritório, por isso, nossa plataforma é totalmente responsiva. Isso quer dizer que é possível acessá-la em qualquer dispositivo que você tiver e não apenas do computador. Com essa quantidade de funcionalidades você já consegue entender sobre como a Inteligov melhora a produtividade, uma vez que, ao não precisar lidar com atividades rotineiras e manuais, é possível se debruçar ainda mais nas tarefas que demandam capacidade analítica. Além disso, você sempre estará com todos os dados necessários ao alcance da sua mão, o que melhora o seu poder de argumentação. Se você quer conhecer melhor as funcionalidades da Inteligov, então, entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas.
- 8 dicas de como melhorar o networking profissional
Quando falamos em desenvolvimento profissional, costumamos discutir sobre cursos, congressos e diplomas e, muitas vezes, ignoramos a importância da criação e manutenção de uma boa rede de contatos. A habilidade de desenvolver um bom networking é uma característica bastante cobiçada no mercado de trabalho atual, ainda mais para quem é analista de relações governamentais e precisa frequentar os mais diversos ambientes. Por isso, vamos dar 8 dicas de como melhorar o networking no seu dia a dia e causar um impacto positivo no seu trabalho. Confira! 1. Tenha uma estratégia Aumentar o seu círculo de contatos deve ser encarado como uma parte fundamental do trabalho. Portanto, nada de sair por aí distribuindo cartões de visita aleatoriamente. Para que seu networking seja sólido e realmente possa ser útil profissionalmente, é importante que você tenha uma estratégia traçada. Responda questões como o que você está buscando em sua rede de contatos, qual a impressão que deseja passar, qual o seu interesse profissional e quais lugares as pessoas que você deseja conhecer costumam frequentar. Saber o que você está buscando é essencial para que o seu networking tenha qualidade e a troca seja positiva, tanto profissionalmente quanto pessoalmente, além de economizar tempo e energia. 2. Participe de eventos Para construir um bom networking é imprescindível conhecer pessoas em diferentes áreas, certo? Portanto, não se esqueça de que quem não é visto não é lembrado e mantenha uma agenda social ativa em relação aos seus interesses profissionais. Se você deseja melhorar o seu networking, nada de ficar em casa ou se ater apenas ao horário comercial. É preciso ir além, estar atento aos eventos que acontecem ao seu redor e comparecer a todos aqueles capazes de acrescentar algo. E quando falamos de eventos, não estamos apenas nos referindo aos profissionais, como palestras e workshops. Fique ligado também nos happy hours, pequenas comemorações de equipes e festas para as quais você for convidado. É importante marcar presença, porém, nunca se esqueça que, por mais divertida que seja a festa, você está em seu ambiente profissional. Logo, tenha cuidado com bebidas alcoólicas e piadas que possam criar constrangimentos. 3. Fique atento ao seu círculo social Desbravar novos lugares é essencial para melhorar o seu networking, mas não se esqueça dos círculos que você participa e dos relacionamentos que já desenvolveu. Muitas vezes, na ânsia de conseguir novos contatos, ignoramos as pessoas que estão próximas de nós e acabamos perdendo ótimas oportunidades. Portanto, faça uma lista de locais que você frequenta que possam ser interessantes para ampliar a sua rede profissional e não tenha medo de puxar conversa com aquela pessoa na academia, que você sempre cumprimenta, mas nunca perguntou o nome, sabe? Não há um local correto para desenvolver o seu networking, só é preciso ter sensibilidade e capacidade analítica no momento da abordagem. Como dissemos no primeiro tópico, você não vai sair por aí distribuindo cartões, mas buscando estabelecer boas conexões com as pessoas que o cercam. 4. Não apareça apenas para pedir favores Não há nada mais inconveniente e negativo do que aparecer apenas para pedir favores. Tenha em mente que fazer networking não é necessariamente acumular cartas na manga para resolver seus possíveis problemas, mas construir uma rede que o reconheça como parte daquela comunidade, admire o seu trabalho e conheça as suas habilidades. Dessa maneira, as trocas, conselhos, indicações e ajudas fluirão de maneira natural, sem parecer que você é apenas um oportunista querendo se aproveitar das pessoas. Portanto, trabalhe os seus relacionamentos e esteja sempre presente. Anote datas de aniversário, mande mensagens, convide para um happy hour ou almoço casual e, acima de tudo, também se coloque à disposição. 5. Não force intimidade Uma ramificação do conselho anterior é não forçar intimidade com quem você não tem. Sabe aquela pessoa chata e desnecessária que está sempre tentando ir além dos limites? Então, não seja ela. O networking deve ser trabalhado de maneira estratégica e clara, sendo que a confiança e as relações vão sendo construídas aos poucos. Logo, nada de se convidar para festas que não foi chamado ou agir com entusiasmo em excesso quando encontrar alguém. A velha sabedoria popular de que menos é mais também vale aqui. 6. Use a internet a seu favor É impossível ignorar o poder que a internet exerce em nossas atividades, sejam elas pessoais, sejam profissionais. Portanto, não deixe de utilizar tal ferramenta para melhorar o networking. Esteja presente nas redes sociais, principalmente no LinkedIn, e evite assuntos polêmicos. Nada de postar fotos com conteúdos duvidosos, como a noitada com os amigos ou opiniões políticas que possam causar constrangimento. Foque no seu trabalho e em assuntos relacionados para construir uma boa rede de contatos. Compartilhe notícias interessantes (e cheque sempre a fonte), faça comentários pertinentes no perfil de outros colegas, mas nunca seja deselegante ou grosseiro. 7. Seja referência As pessoas querem estar próximas de quem tem valor agregado, portanto, nunca deixe de investir em seu crescimento pessoal e profissional. Mantenha-se atualizado, participando de cursos, palestras e workshops e busque ser referência no seu trabalho. Manter-se focado no seu desenvolvimento é uma das maneiras mais eficazes de melhorar o networking, uma vez que, ao ter o seu valor reconhecido, as pessoas é que vão procurar fazer contato com você — e não o contrário. 8. Torne os seus relacionamentos mais pessoais Por fim, torne os seus relacionamentos pessoais. Nada de padronizar mensagens ou conversar apenas sobre coisas superficiais. Tenha foco em cada pessoa que você julgue importante para a sua rede de contatos e identifique quais são os interesses em comum de vocês. Pode ser futebol, outra atividade esportiva, cerveja, música, viagens, entre outros. Fica mais fácil estabelecer uma rede de contatos quando há uma identificação que vai além do profissional, uma vez que a troca acaba fluindo de maneira ainda mais natural. Muitas pessoas se perguntam sobre como melhorar o networking achando que essa é uma tarefa muito difícil e destinada apenas para as pessoas extrovertidas e populares. Porém, tenha em mente que todo mundo é capaz de desenvolver uma boa rede de contatos profissionais, basta estar disposto e atento ao seu redor. Se você quiser saber mais sobre como melhorar o alcance do seu trabalho, siga as nossas páginas nas redes sociais e conheça muitas outras dicas. Estamos no Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter.
- Conheça a Inteligov: plataforma de monitoramento legislativo e inteligência de governo
Pioneira neste tipo de ferramenta de inteligência, a Inteligov é uma plataforma inovadora: assegura o fornecimento de dados de qualidade sobre o poder público para a tomada de decisões estratégicas. Ela permite realizar o acompanhamento legislativo e de relações institucionais e governamentais, por meio do monitoramento de debates e na possibilidade de seleção parametrizada dos projetos, para refletir a realidade do cliente e melhorar as relações entre organização e governo. Conheça agora algumas funcionalidades e diferenciais da Inteligov, a primeira plataforma de monitoramento legislativo e que se tornou imprescindível para qualquer organização que pode ter seus negócios impactados pelo setor público! Quais são os principais problemas de um profissional de relações governamentais? Informações estratégicas costumavam se concentrar em um grupo seleto de profissionais. Aqueles com melhor networking ficavam a par das conversas e acordos entabulados, sendo frequentemente recebidos em eventos restritos. Assim, tinham informações importantes para compreender melhor o cenário regulatório. A Inteligov é uma plataforma que equaliza esse cenário, para garantir que seu usuário também tenha a capacidade analítica de decisão e visualização das informações, as novas leis, recentemente aprovadas pelo Legislativo, por exemplo. Como e quando a Inteligov surgiu? A plataforma surgiu entre os anos de 2013 e 2014, num contexto em que várias empresas e pessoas procuravam um modelo diferente de fazer lobby, muito por conta das implicações jurídicas que um modelo defasado acarretava. Primeiramente, a Inteligov surgiu com o foco no monitoramento de informações. Era preciso saber e entender melhor o que os deputados e senadores debatiam. Dessa forma, seria possível selecionar os projetos com os quais o usuário melhor se identificava para o posterior acompanhamento. O monitoramento se iniciou em âmbito federal: na Câmara e no Senado. Mas a demanda por soluções que abrangessem a esfera estadual e municipal motivou a criação de uma ferramenta automatizada que tivesse uma cobertura mais ampla. Com a ferramenta é possível classificar projetos, delimitar quais são alinhadas ou não ao interesse do usuário e saber quando foram votados ou se foram arquivados. Também é possível identificar novos projetos baseados em palavras-chave. O usuário cadastra os temas de seu interesse e, assim, é notificado sempre que um novo projeto sobre o assunto surgir. Quais são as suas principais funcionalidades? Confira algumas funcionalidades da plataforma. Interação entre os usuários A solução é funcional para qualquer entidade ou organização que precisa se relacionar com o setor público. Essas equipes normalmente têm os analistas, os gerentes e o diretor de relações governamentais, que podem interagir pela plataforma. Direcionamento baseado em dados Com uma ferramenta de inteligência é possível delinear as estratégias de relações governamentais mais baseadas em dados. Também é possível conferir mais abrangência às decisões tomadas por meio da identificação objetiva sobre o melhor caminho a seguir. Funciona do mesmo modo que a busca de informações em veículos tradicionais, como jornais: a pessoa acessa a plataforma para se informar melhor sobre assuntos públicos de seu interesse. Nesse caso, o usuário pode usar um filtro para facilitar essa busca. Tratamento da informação Mesmo em locais onde haja uma quantidade limitada de dados, a plataforma é capaz de monitorar as notícias da casa legislativa para levar alguma informação aos usuários de regiões em que o processo legislativo não é digital. Biografia dos parlamentares O monitoramento das ações dos parlamentares permite criar uma biografia de cada um para facilitar o entendimento da forma como eles votam, quem são seus aliados ou opositores, além de ajudar na defesa de interesses, baseado na forma com que se manifestam sobre determinado tema. Profundidade de análise Uma das funcionalidades mais atrativas da Inteligov é a profundidade da análise oferecida pelo sistema. São compartilhados não só dados básicos, mas também informações estratégicas sobre projetos em tramitação. Dessa forma, o usuário entende melhor como o projeto caminha, qual a tendência de avanço ou desaceleração no ciclo de aprovação, quem são os principais atores e qual a relação entre eles e os partidos. Segurança Outra questão relevante é a segurança. A preocupação com a privacidade é eminente, principalmente em setores que envolvem muitos agentes e informações sigilosas. Por isso, a solução tem toda a sua estrutura voltada para viabilizar maior segurança: disponibilidade, integridade e confidencialidade dos dados. Ferramentas acessórias integradas São várias integrações de ferramentas para o usuário gerir sua matriz de monitoramento com qualidade. Por exemplo, a equipe de trabalho pode fazer comentários dentro da plataforma, contar com um sistema de designação de tarefas e o chatbot do Telegram. O chatbot é uma ferramenta gratuita que ajuda a acompanhar o andamento de um projeto ou obter seu texto integral. Além disso, disponibiliza notificações para os usuários. Quando existem alterações nos projetos, as notificações ficam disponíveis dentro do sistema. O feed RSS pode ser acessado pelo Outlook ou por outra aplicação. O usuário também pode receber essas informações por e-mail, uma opção que pode ser customizada. O objetivo é ajudar o cliente a acompanhar dezenas de milhares de projetos de leis, sem comprometer sua capacidade de análise pelo alto volume de dados. Auditoria Com a ferramenta de auditoria é possível visualizar quem entrou no sistema, quando e de que endereço, sendo detalhadas todas as ações realizadas. As notas também permitem, por exemplo, registrar interações com agentes públicos ou privados, o que garante maior transparência e auditabilidade da solução. De que maneira a Inteligov se diferencia de seus concorrentes? A equipe da Inteligov é diferenciada. Todos entendem de processo legislativo e fazem treinamentos em relações governamentais. Somos uma empresa de relações governamentais e não apenas de tecnologia. Isso é um grande diferencial – o desenvolvedor do sistema, por exemplo, tem condições de avaliar qual informação, em determinado contexto, pode ser mais valiosa para a base de usuários. Em termos de funcionalidades do software, destacam-se a geração de gráficos e os diversos relatórios, extremamente customizáveis e completos. Oferecemos ainda ferramentas direcionadas a consultorias que não se encontram em nenhum outro software. Agora que você sabe a importância do acompanhamento de projetos e de informações estratégicas no setor público, entre em contato com a Inteligov e veja como podemos ajudar!
- Descubra como gerenciar melhor o tempo no trabalho
Quem trabalha na área de relações governamentais sabe que a quantidade de tarefas, às vezes, parece interminável. Devido ao grande volume de serviço, à dinâmica das atividades e à necessidade de cumprir prazos apertados, é necessário saber como gerenciar melhor o tempo no trabalho para dar conta de tudo e com qualidade. Sabemos que, nos dias atuais, com a quantidade de informações a que somos submetidos, manter o foco e a concentração em uma só coisa nem sempre é algo fácil e que isso, muitas vezes, pode prejudicar nossa produtividade. Por isso, vamos falar no nosso post sobre como otimizar o tempo no trabalho e obter resultados positivos. Confira! Estabeleça suas prioridades Se você não souber estipular quais são as suas prioridades no trabalho, alguém estipulará para você e o resultado pode ser terrível. Portanto, saiba analisar qual é a urgência de cada tarefa designada, liste-as e siga a ordem de importância. Somente dessa maneira é que você conseguirá, além de gerenciar melhor o seu tempo no trabalho, desempenhar a sua função focado na qualidade. Se você lida com a demanda de diversas pessoas, por exemplo, aprenda a fazer uma boa triagem das informações que elas passam. O “dono” do pedido sempre vai achar que a solicitação dele é mais importante e urgente do que a dos outros, logo, sempre questione qual o motivo da urgência, para quando deve estar pronto e qual o impacto que aquela tarefa causa sobre outras áreas. Tenha uma agenda Parece um conselho bobo, mas na correria do dia a dia as pessoas esquecem de manter uma agenda e acabam anotando os seus compromissos de maneira desordenada, o que pode ocasionar atrasos e caos. Portanto, tenha uma agenda, que pode ser tanto as tradicionais, de papel, quanto aplicativos no celular personalizáveis e com alarme. Atualmente, há uma infinidade de aplicativos disponíveis que ajudam no gerenciamento do tempo das tarefas. Encontre aquele que melhor se encaixa na sua realidade e não esqueça de cumprir os compromissos anotados. Organize o seu local de trabalho Manter a sua mesa e sala de trabalho organizadas é uma atitude simples e eficaz para gerenciar melhor o seu tempo. Quantas vezes você demorou mais do que o planejado para finalizar uma tarefa simplesmente por que não encontrava algum documento ou informação importante? Sem contar o impacto positivo que um ambiente agradável gera para a nossa mente. O seu local de trabalho é capaz de dizer muito sobre como você, portanto, mantenha-o organizado. Elimine as coisas que fazem você perder tempo É necessária uma boa dose de autoconhecimento nesse momento. Portanto, reveja todas as suas práticas e mapeie quais os comportamentos que você tem que não ajudam na hora de administrar melhor o seu tempo. Robert Pozen é conhecido como o guru da produtividade e um de seus conselhos é o de eliminarmos a nossa necessidade de checar a caixa de e-mails a todo momento, por exemplo. Ele diz que tal prática, tão comum no ambiente corporativo, pode ser devastadora para aqueles que estão buscando maior produtividade. Pense em todas as vezes que você parou para verificar mensagens sem importância no meio do trabalho, principalmente enquanto desempenhava alguma tarefa importante. O quão difícil foi reconquistar a concentração e foco? Ao contrário do que muitas pessoas acham, o hábito de responder e-mails e outros tipos de mensagens com rapidez nem sempre é sinônimo de produtividade. Portanto, evite! Automatize o seu trabalho Você já parou para pensar em quanto você perde tempo no seu dia a dia desempenhando tarefas administrativas que podem ser facilmente automatizadas? O monitoramento legislativo é um desses exemplos. Essa é uma tarefa importante para o profissional de relações governamentais que pode ser facilmente automatizada, fazendo com que sobre mais tempo para o cumprimento de outras demandas com qualidade. Estabeleça resultados Você consegue medir qual é o seu rendimento no trabalho ou apenas resolve as pendências que vão aparecendo sem nenhum tipo de critério? Uma boa maneira de gerenciar melhor o tempo é estabelecer resultados que devem ser cumpridos diariamente, semanalmente, mensalmente ou anualmente. Planejamento é tudo nesse momento, portanto, separe alguns minutos na segunda-feira, por exemplo, para revisar tudo que precisa ser entregue naquela semana e a mesma coisa logo no começo do seu dia e início de cada mês. Com metas estabelecidas você vai conseguir perceber como é o seu desempenho no dia a dia, se está próximo do ideal ou quais pontos precisam ser melhorados. Melhor do que se vangloriar pelas horas extras realizadas diariamente, é poder celebrar resultados positivos alcançados. Aprenda a delegar Se você conta com a ajuda de assistentes ou estagiários, aprenda a delegar as tarefas mais simples e puramente administrativas para eles e foque naquelas de maior importância. Sabe o pagamento de um boleto? Aquela pesquisa de legislação? Ou uma ligação meramente burocrática que não precisa ser feita por você? Repasse todos esses afazeres para a sua equipe e concentre suas energias no que realmente importa. Muitas pessoas ainda têm receio de delegar tarefas com medo de parecerem menos importantes, mas isso não passa de mera insegurança. Você é essencial em seu trabalho porque dispõe de atributos bem melhores e valiosos do que a simples capacidade de resolver problemas básicos de escritório. Não tenha medo! Esteja motivado Se a mente vazia é a oficina do diabo, a falta de motivação é a oficina da procrastinação. Quando você não gosta do que faz, quando está cansada ou se sentindo sem propósito, você passa a desempenhar suas tarefas com menos vigor e dedicação e, obviamente, isso não é uma atitude boa para o seu trabalho. Por isso, não deixe de cuidar do recurso mais importante: você! Estabeleça metas pessoais, desde a realização de pequenas viagens, passando pelo aprimoramento profissional ao fazer aquele curso que você sempre quis fazer, mas sempre achou que não tinha tempo. Qualidade de vida é essencial para que o seu tempo seja melhor gerenciado e você trabalhe mais feliz. Logo, cuide do seu sono, do seu descanso e das suas horas de lazer. Atualmente, as pessoas estão desenvolvendo uma tendência de se vangloriarem por serem viciados no trabalho, o que apenas é uma cortina de fumaça para desenvolver doenças mentais ligadas a estafa, como é o caso do burnout. Não caia nessa! Aprender a como gerenciar melhor o tempo no trabalho é essencial para adicionar qualidade nas suas tarefas e para fazer com que você evolua cada vez mais dentro da sua organização. No começo pode parecer difícil, mas tudo depende de você criar a sua rotina até que os bons hábitos apareçam. Se gostou das nossas dicas, siga-nos nas redes sociais e fique por dentro de mais conteúdos. Estamos no LinkedIn, Twitter, Facebook e Instagram










